sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

BRINCAR É COISA SÉRIA!

Muito mais do que entreter e distrair, as brincadeiras têm a função de ajudar no desenvolvimento da criança, aumentar a autoestima e melhorar a coordenação
Pergunte a qualquer criança o que ela mais gosta de fazer e certamente ela responderá que é brincar. Sozinha ou com os amigos, as brincadeiras trazem muitos benefícios para a turminha.
“Os educadores e os pais podem utilizar o brincar como instrumento para o desenvolvimento das crianças e jovens, oferecendo-lhes oportunidades para criar, explorar, divertir e vivenciar os jogos. Em um espaço adequado para brincar, as crianças farão as escolhas sobre o que elas brincam e com quem manifestam esse desejo. Nele, os pais atuam como o “Educador do Brincar”. Ele promoverá mudanças nas pessoas e no contexto infantil e social em que vivem”, diz Tiago Aquino da Costa e Silva, mais conhecido como Professor Paçoca.
Especialista em Educação Física Escolar e vice-presidente da Associação Brasileira de Recreadores (ABRE), ele conta que brincar e jogar são momentos sagrados na vida de qualquer indivíduo. “É com a prática dos jogos e das brincadeiras que as crianças ampliam seus conhecimentos sobre si, sobre os outros e sobre o mundo que está ao seu redor, desenvolvem as múltiplas linguagens, exploram e manipulam objetos, organizam seus pensamentos, descobrem e agem com as regras, assumem papel de líderes e se socializam com outras crianças”.
Sem falar que as brincadeiras são uma das principais formas de autodescoberta, já que através delas as crianças testam seus limites e possibilidades. “A importância do brinquedo decorre de sua capacidade de instigar a imaginação infantil. Ao ver o brinquedo, a criança é tocada pela sua proposta, reconhece umas coisas, descobre outras, experimenta e reinventa, analisa, compara e cria. Sua imaginação se desenvolve e suas habilidades também”, explica o professor Paçoca.
Além disso, brincar também ajuda a criança a falar melhor e de forma correta. “O brinquedo e as brincadeiras são excelentes oportunidades para nutrir a linguagem verbal se torne mais fluente e haja maior interesse pelo conhecimento de palavras novas. A variedade de situações que o brinquedo possibilita pode favorecer aquisição de novos conceitos”, explica o recreador.

Melhora da autoestima

Você sabia que crianças que brincam mais têm a autoestima mais elevada? “Brincando a criança desenvolve potencialidades: ela compara, analisa, nomeia, mede, associa, calcula, classifica, compõe, conceitua, cria, deduz... Sua sociabilidade se desenvolve: ela faz amigos, aprende a compartilhar e a respeitar o direito dos outros e as normas estabelecidas pelo grupo e a envolver-se nas atividades apenas pelo prazer de participar, sem visar recompensas nem temer castigos. Brincando, a criança estará buscando sentido para sua vida. Sua saúde física, emocional e intelectual depende, em grande parte, dessa atividade lúdica.
É na magia do brinquedo que ela desenvolve a autoestima, a imaginação, a confiança, o controle, a criatividade, a cooperação e o relacionamento interpessoal”, diz o professor Paçoca.

Fonte: Site Chris Flores


quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

7 ERROS DE DISCIPLINA DOS PAIS

Seu filho está com sono, mas você insistiu para que ele a acompanhasse durante as compras no supermercado. No meio do corredor, ele pede uma bolacha e você diz que não pode comprar naquele momento. Pronto, começa o choro e você já não sabe mais o que fazer para acalmar o pequeno.
Quais os pais que nunca passaram por uma situação desta, em que não perceberam os sinais que o filho deu, e depois sofreram com as conseqüências do mau comportamento da criança? Sabemos que você dá seu melhor para criar os pequenos, mas também sabemos que os pais não são à prova de erros.
Por isso, selecionamos os sete erros mais comuns que os pais cometem na hora ensinar os pequenos a terem disciplina, e o que fazer para ajudar os pequenos a se comportarem melhor:

Muitos nãos

Você sempre pede para o seu filho não brigar com os amigos, não puxar o rabo do cachorro, não mexer nos papeis em cima da mesa, não, não, não... Mas você já pensou em pedir para os pequenos fazerem aquilo que você considera correto? Deixe os “nãos” para aqueles momentos realmente perigosos (como “não mexa no fogão”) e procure pedir para o seu filho fazer o que você espera, elogiando o comportamento, quando for adequado. 

Esperamos demais

Você está em um restaurante ou em um ambiente silencioso, quando seu filho começa a falar alto. Antes de ficar desesperado, lembre-se que seu filho pode não saber como se comportar ali. Explique porque é importante ficar em silêncio naquele ambiente e use as outras pessoas como exemplo. Se não resolver, retire a criança do local até que ela se acalme, diga o que você espera que ele faça e volte.

Seja um bom exemplo

Se você grita quando derruba alguma coisa, ou xinga enquanto dirige, não espere que seu filho aja diferente. As crianças se espelham nas atitudes e comportamento dos pais em diferentes situações. Por isso, preste atenção naquilo que você faz na frente do seu filho e, quando escapar alguma falha, peça desculpas e explique porque teve aquela atitude.

Deixe a criança explorar

Você não precisa brigar com seu filho a cada atitude que ele toma e que pode incomodar os mais velhos. As crianças fazem algumas coisas para aprender e testar seus próprios limites. Lembre-se disso quando ele estiver jogando suco no prato ou mexendo na comida com as mãos. Se não é perigoso para a criança, deixe-a descobrir novas situações e veja se vale a pena chamar a atenção da criança.

Fique firme

Muitas vezes, você pede para seu filho desligar a TV, mas negocia mais alguns minutinhos e fica num círculo vicioso, até que ambos se irritem e comecem a discutir. Quando determinar o fim da brincadeira ou a hora de ir embora, seja firme na sua proposta e tome a iniciativa.

Castigo não eficiente

Quando você pede para o seu filho ir para o quarto depois de uma briga com o irmão ou com um amigo, ele esperneia e acaba causando um problema maior do que o inicial. Isso pode ocorrer porque algumas crianças vêem o castigo como uma rejeição dos pais, e não como um tempo para refletir. Tente sentar ao lado do seu filho até que ele se acalma e explique o motivo pelo qual você não gostou da atitude dele, reforçando o que você quer que ele faça da próxima vez. Se você estiver muito bravo para fazer isso, fique um tempo sozinho, acalme-se e só então converse com a criança.

Cada criança é diferente

O que funciona perfeitamente com uma criança pode ser um fracasso com outra. Por isso, entenda como seu filho funciona e se adapte ao comportamento dele também. Qualquer que seja a atitude necessária, seja firme e lembre-se que o mais importante é ajudar o seu filho a aprender o que melhor para ele.

Fonte: Revista Pais & Filhos


COMO TRANSMITIR BONS VALORES AOS NOSSOS FILHOS?

As crianças aprendem sobre o fortalecimento do caráter quando os pais ou 
outros adultos participam de suas vidas diárias.

Seja um bom exemplo

Nós sempre estamos ensinando algo a nossas crianças seja por palavras ou atos. Eles aprendem vendo. Eles aprendem nos escutando. Eles aprendem coisas de nós, entre eles, de outros adultos de seu círculo social e por eles mesmos. As crianças compartilham os valores de seus pais, e isto é uma das coisas mais importantes na vida. Nossas prioridades e princípios, e nossos exemplos de bom comportamento podem ensinar nossos filhos a tomar o caminho certo quando outros caminhos parecerem tentadores.
Lembrem-se que as crianças não aprendem os bons valores e bom caráter apenas pedindo para que façam. Eles aprendem vendo as outras pessoas a seu redor, como agem e mantém estes valores no dia a dia. Nós podemos mostrar a nossas crianças que respeitamos os outros, que temos compaixão e nos preocupamos quando sofrem. Podemos mostrar que temos auto-disciplina, coragem e honestidade quando tomamos decisões difíceis. A maneira com que conduzimos nossas atividades diárias, pode demonstrar que sempre tentamos fazer nosso melhor para sermos úteis à nossa família, comunidades ou país.
O jeito como encaramos o dinheiro ou os bens materiais também podem ajudar a moldar o caráter de nossas crianças. Se conseguimos enxergar nosso próprio valor e o valor dos outros apenas em termos de carros, casas, móveis, boas roupas e outras posses, nossos filhos estarão sujeitos a também desenvolver as mesmas atitudes. Claro, é importante conhecer a necessidade de nossas crianças, mas é também importante ajudá-los a entender a diferença do que querem e do que precisam.
Finalmente, devemos ser consistentes em manter os valores que queremos que nossos filhos respeteitem, sem apresentar idéias conflitantes. Não podemos dizer aos nossos filhos que trapacear é errado, por exemplo, quando nos gabamos ao vizinho que evitamos pagar impostos. Não podemos dizer que ser rude com os outros é inaceitável quando rimos se vemos alguém na TV que apresenta este mesmo comportamento.

Estabeleça Altos Padrões e Expectativas Claras

Alguns pais estabelecem padrões baixos para seus filhos, ou não os mantém no padrão estabelecido. Os pais podem tomar esta atitude pensando que exigir demais da criança irá ferir sua auto-estima. Entretanto, pesquisas mostram exatamente o contrário. Uma criança constrói sua auto-confiança tentando (com orientação) atingir padrões altos, mesmo quando encontram dificuldades para isto.
Os pais nem sempre deixam claro quais os padrões de comportamento esperados. Não é suficiente mencionar apenas uma ou duas vezes. Lembrem-se que crianças crescem e mudam tão rápido que podem facilmente entender mal ou esquecer o que vocês disseram a eles. O entendimento de mundo das crianças se desenvolve quase constantemente e suas “novas” mentes precisam ser lembradas das expectativas. Por causa disso, é preciso repetir constantemente e de maneiras diferentes, que façam sentido para cada estágio da criança.
Cuidados: Suas expectativas devem ser apropriadas para a idade, estágio mental, emocional, social e físico de seu filho. Por exemplo, não é apropriado dizer a um bebê para não chorar e esperar que ele obedeça. Da mesma forma, não é esperado que uma criança de 3 anos sente quieta por horas ou uma de 13 não se preocupe com sua aparência.

Treine

Você se lembra de como aprendeu a dirigir ou cozinhar? Você praticou enquanto alguém te treinava, lembrando você do que precisava fazer até que aprendesse por você mesmo e, eventualmente, começasse a fazer automaticamente. As crianças aprendem valores da mesma forma. Eles praticam diferentes tipos de comportamento enquanto você os ensina e os ajuda a manter o foco no que é importante.
Se você não treinar seu filho, ele encontrará outros treinadores por aí e será guiado por outros valores, seja da mídia, dos amigos ou qualquer outra pessoa que chame sua atenção. Então, dê um passo a frente e não tenha medo de ser a pessoa a ensinar seu filho a ser uma boa pessoa, passo a passo.

Utilize-se da Literatura

Os livros podem ser uma poderosa ferramenta de ensino. De fato, pessoas e histórias, poemas e brincadeiras possuem quase tanta influência em uma criança quanto pessoas reais. Então, leia com e para a criança, encoraje crianças mais velhas a lerem sozinhas e converse com elas sobre o livro que leram. Isso ajuda a criança a aprender e desenvolver valores sobre bom caráter e cidadania.
Elabore perguntas que o ajudem a compreender a história do jeito que você quer que ele compreenda, como:
- Como as pessoas na história agem? Eles têm bons ou maus motivos para agir da forma que agem? Quem eram os heróis e por quê? Quais era os vilões e por quê?
- As pessoas tomaram boas decisões? Por que ou por que não?
- Como as pessoas conseguiram lidar com as decisões que tomaram? Eles tiveram obstáculos? Como responderam a estes obstáculos?
- Estas pessoas pensaram no bem das outras pessoas? A história tem um bom ou mau final? Para quem? Como a história poderia ter sido melhor para todos?

Ser um bom exemplo, nunca será uma má idéia. Não acham?



Fonte: Pediatriaemfoco

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Felicitações do Blog Educação de Tutóia


Assessoria de Comunicação/SEMED.

POR ONDE COMEÇAR A ENSINAR A LER E A ESCREVER?

Aprender a ler e a escrever não é um processo natural como o de aprender a falar. Trata-se de uma tarefa complexa, que envolve competências cognitivas, psicolinguísticas, perceptivas, espácio-temporais, grafomotoras e afectivo-emocionais. 
Para a identificação do princípio alfabético a criança deve reconhecer a relação som-letra e ser capaz de analisar, refletir, sintetizar as unidades que compõem as palavras faladas (Tunmer, Pratt, Herriman, 1984). 
As crianças de um modo geral recorrem à oralidade para fazer várias hipóteses sobre a escrita, mas usam também a escrita, dinamicamente, para construir uma análise da própria fala (Abaurre, 1988, p. 140) 
Crianças com dificuldades em consciência fonológica geralmente apresentam atraso na aquisição da leitura e escrita, e procedimentos para desenvolver a consciência fonológica podem ajudar as crianças com dificuldades na escrita a superá-los (Capovilla e Capovilla, 2000).
A aquisição da escrita exige que o indivíduo reflita sobre a fala, estabeleça relações entre os sons da fala e sua representação na forma gráfica:

CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA
Denomina-se consciência fonológica a habilidade metalingüística de tomada de consciência das características formais da linguagem. Esta habilidade compreende dois níveis:
A consciência de que a língua falada pode ser segmentada em unidades distintas, ou seja, a frase pode ser segmentada em palavras, as palavras em sílabas e as sílabas em fonemas.
A consciência de que essas mesmas unidades repetem-se em diferentes palavras faladas. (Byrne e Fielding-Barnsley, 1989).
Para aprender a ler e escrever, o indivíduo necessita entender a relação estabelecida entre fala e escrita e conhecer o sistema de regras da escrita.
Início da alfabetização
Descoberta do Princípio Alfabético 
Relação fonemas (sons) / grafemas (letras)
A consciência fonológica, ou o conhecimento acerca da estrutura sonora da linguagem, desenvolve-se nas crianças ouvintes no contato destas com a linguagem oral de sua comunidade. É na relação dela com diferentes formas de expressão oral que essa habilidade metalinguística desenvolve-se, desde que a criança se vê imersa no mundo lingüístico. 
Diferentes formas linguísticas a que qualquer criança é exposta dentro de uma cultura vão formando sua consciência fonológica, entre elas destacamos as músicas, cantigas de roda, poesias, parlendas, jogos orais, e a fala, propriamente dita.
As sub-habilidades da consciência fonológica são:
Consciência de palavras 
Rimas e aliterações 
Consciência silábica 
Consciência fonêmica
CONSCIÊNCIA DE PALAVRAS
Também chamada de consciência sintática, representa a capacidade de segmentar a frase em palavras e, além disso, perceber a relação entre elas e organizá-las numa seqüência que dê sentido. Esta habilidade tem influência mais precisa na produção de textos e não no processo inicial de aquisição de escrita. Ela permite focalizar as palavras enquanto categorias gramaticais e sua posição na frase. Além disso, ordenar corretamente uma oração ouvida com as palavras desordenadas também é uma capacidade que depende desta habilidade.
Déficit nesta habilidade pode levar “a erros na escrita” do tipo aglutinações de palavras e  separações inadequadas.

Fonte: Alfabetizar é ir além de ler e escrever.

Encerramento do Projeto JETS

Aconteceu nesta  segunda-feira 09/12/2013 as 20:00 hs a entrega dos troféus e medalhas do Projeto JETS.
O Projeto tem como objetivo da ação é diminuir a evasão escolar e melhorar o desempenho pedagógico e disciplinar dos alunos, promover a inclusão da modalidade atletismo nas escolas, ocasionando também a integração entre escola e comunidade, reconhecendo e respeitando características físicas e de desempenho de si próprio e dos outros, sem discriminar por características pessoais, sociais ou sexuais.
Parabenizamos a todos os participantes que contribuíram para o sucesso do Projeto e principalmente  as Escola campeãs: U. E. José Henrique de Oliveira (Povoado Porto de Areia) e U. I. Antonio José Neves (Povoado Jardim).
















Assessoria de Comunicação/SEMED.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Abertura do JETS

Aconteceu no dia 30/11 as 18:30 no Ginásio  Poliesportivo a abertura oficial do JETS (Jogos Escolares Tutoiense)
A Abertura contou  com a presença do Senhor Prefeito Raimundo Nonato Abraão Baquil,O Secretario de Esporte Popy, O Coordenador de Educação Fisica do Municipio Orleans Pedro, A Coordenadora Zezé Ramos representando a Secretaria Municipal de Educação e a Coordenadora Lucilda Carvalho.
O projeto tem  por finalidade estimular  a prática esportiva em todas as escolas do Município e mobilizar a comunidade escolar em prol do Esporte Educacional.
Os JETS são promovidos pela Secretaria de Educação do Município, Secretaria de Esporte Educacional, pelas coordenadorias Regionais, com o apoio da Prefeitura Municipal de Tutóia e de toda a Comunidade Escolar e Civil tutoiense.
A Dança da peneira da terceira idade abriu o evento com um exercicio e finalizou com sua linda apresentação.
Assessoria de Comunicação-Semed.