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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Dia 27 de Fevereiro é dia Nacional do Livro Didático



O livro didático tem suma importância para o processo de aprendizagem no desenvolvimento do ser humano como aluno. Ele é fundamental para a formação das estratégias de ensino, pois norteia o caminho a ser  traçado pelo educador. 

O Brasil já trata a questão como política pública através do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD). O programa foi criado em 1985, e tem  como objetivo à distribuição de obras didáticas aos estudantes da rede pública de ensino brasileira.  

Os investimentos em livros didáticos a cada ano têm aumentado, em 2005 foram distribuídos 110.643.113  livros didáticos para o ensino fundamental das escolas públicas de todo o país, beneficiando 31 milhões de estudantes. Agora em 2011, foram mais de 135,6 milhões de livros adquiridos pelo PNLD, que investiu 880,2 milhões de reais. Isso faz com que o programa se torne o maior em aquisição de livros no mundo.   

Sendo um instrumento de apoio e que auxilia a maior  parte dos alunos, vamos valorizar o livro didático, é com  ele que descobrimos caminhos e aprendemos lições para o resto da vida.   


domingo, 23 de fevereiro de 2014

23/02 - Dia do Surdo-Mudo



A audição é o sentido responsável pela percepção dos sons. Nos seres humanos, os receptores auditivos estão localizados no ouvido interno. A fala é a capacidade de os seres humanos emitirem sons inteligíveis, formando palavras. O surdo-mudo é uma pessoa que tem ambas as deficiências: auditiva e da fala.

Muitas pessoas acreditam que o surdo-mudo vive isolado em função de tais limitações, mas essa crença não é verdadeira, pois ele é tão capaz de aprender quanto qualquer pessoa que não possua deficiência alguma.
Os surdos-mudos podem realizar muitos tipos de atividades; basta que desenvolvam outros sentidos e que sejam estimulados. A integração dessas pessoas na sociedade é de suma importância, por isso é preciso respeitá-las e reconhecer seus direitos.

Nem todos os deficientes auditivos (D.A.) são mudeos, visto que muitos têm voz e conseguem falar se forem estimulados por fonoaudiólogos. Quando uma criança nasce com problemas de audição, é preciso estimulá-la desde cedo para que aprenda a falar. Mesmo que essa percepção se faça tardiamente, ainda assim, as chances do aprendizado da fala são grandes.

No Brasil, há muitas instituições de apoio aos surdos-mudos. O Dicionário Libras divulga em larga escala a língua dos sinais, que facilita a comunicação dos surdos-mudos em seu dia-a-dia.

É necessário que a população aprenda mais sobre os deficientes auditivos e de fala. Isso lhe daria a real visão da capacidade criativa e produtiva dessas pessoas, visto que deficiência física não é o mesmo que deficiência mental.
Na palavra Efatá!, que significa "Abre-te!" (Mc 7, 34), pronunciada por Jesus ao curar um surdo-mudo, há um grande ensinamento: é preciso que estejamos sempre abertos ao entendimento entre os seres humanos, tenham eles as limitações que tiverem, pois todos nós possuímos, de uma maneira ou de outra, algum tipo de limitação que pode e deve ser superada com esforço e boa vontade.

Fonte: Paulinas

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Dinâmicas para fazer com os alunos

Dinâmica 1: Quem falou?
- Alunos reunidos em círculos; 
- O professor sorteia um aluno que deve, por alguns instantes, retirar-se da sala;
- Três alunos apresentam frases verdadeiras e positivas a respeito do colega ausente;
- Anotar frases na lousa; 
- O aluno é convidado a voltar, ler o que se encontra na lousa e tentar identificar os depoentes;
- Acertando ou não, estes não devem ser revelados; 
- Outro aluno é escolhido para sair da sala e assim por diante; 
-Encerramento: debate colhendo a impressão e construção das características mencionadas, assim como sua influencia no grupo.

É importante prever:
- Espaço para circulação livre dos alunos; 
- Ajudante para conduzir e ficar com o aluno fora da sala de aula por alguns instantes;
- Bloco para escrever as frases e não usar a fala; 
- Anotar o nome do aluno "cobaia", as frases, os depoentes e as respostas.


Dinâmica 2: Leilão

- Cada aluno isoladamente deve, em uma folha de papel, relacionar 3 atributos pessoais e/ou  valores morais existentes e 3 desejados; 
- Reunir grupos de 3 alunos para discutir suas opiniões; 
- Cada grupo relaciona os fatores consensualmente mais utilizados;
 - O professor desenvolve um debate comparando as posições apresentadas pelos grupos; 
- Verifica se existem propostas e/ou sugestões sobre outros atributos ou valores.

É importante prever:
- Trazer pronta uma listagem de atributos pessoais e valores morais com definição; 
- Digitar e imprimir os fatores em folha de cor amarela ou verde.


Dinâmica 3: Crachás

- Cada aluno confecciona seu crachá escrevendo os seguintes itens: nome, gosto de ser chamado de..., fico contente sempre que..., uma situação que me deixa muito aborrecido é..., uma palavra que resume como gosto de ser tratado é...; 
- Os alunos devem circular por uns 10 min. pela sala com os crachás, para que os alunos possam ler as informações; 
- Organizar um círculo de debates onde cada aluno possa falar um pouco sobre si e sobre o outro, expresse sua impressão sobre a atividade e revele suas descobertas;

É importante prever:



- Escrever na lousa os itens a serem respondidos; 
- Distribuir a cartolina e a caneta colorida; 
- Auxiliar para furar e colocar o barbante no crachá.


Fonte: Smarts Kids

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Brincar de Jogos e Canções- Os Dedinhos



Dedinhos!

Polegares, polegares
Onde estão
Aqui estão
Eles se saúdam
Eles se saúdam
E se vão
E se vão

Indicadores, indicadores
............
Dedos médios, dedos médios
............
Anulares, anulares
...........
Dedos mínimos, dedos mínimos
...........
Todos os dedos, todos os dedos.

sábado, 25 de janeiro de 2014

Como ensinar o uso da tesoura e Cortar em linhas retas

Para crianças 4-5 anos que estão aprendendo manusear a tesoura. O manuseio da tesoura exigem lateralidade definida (destro ou canhoto), tipo de tesoura adequado para dominância manual e tamanho da tesoura para criança, habilidades finas dedos (indicador, polegar e dedo médio), força e destreza manual. Os movimentos cortar em linha reta pode ser uma grande desafio para as crianças com dificuldades habilidades motoras e percepção visual e espacial.

Dicas de como ensinar a criança manusear a tesoura e cortar em linhas retas

- Primeiro deixar a criança explorar os movimentos de abrir e fechar da tesoura
- Utilizar o papel cartão (maior feedback sensorial) para depois papel normal
- Fazer as linhas escuras e grossas
- Utilizar uma tinta relevo no contorno das linhas ou emborrachados.Quando a tinta relevo endurece, fornece para criança uma pista tátil quando vira a tesoura fora da linha
-Reduzir o tamanho (linhas de corte) gradativamente. Para criança adquirir maior precisão do corte

Autismo Infantil


O autismo é considerado uma disfunção global no desenvolvimento do indivíduo, que reflete com a alteração comportamental, afetando a sua capacidade de estabelecer relacionamentos, de se comunicar, de responder ao ambiente de maneira apropriada, ou seja, segundo os padrões tidos como normais, no entanto uma das caracteristicas do autismo é a variedade de níveis de intensidade em que essas alterações se manifestam em cada paciente, algumas vezes se salientando o aspecto social e em outros o aspecto cognitivo.

O autismo se caracteriza pela grande variedade de manifestações e os diferentes niveis dessas manifestações, que se caracteriza basicamente por alterações nos padrões de relacionamento, de comunicação e de comportamento, além de que algumas pessoas com autismo apresentam a fala e a inteligencia preservadas enquanto outros apresentam graves problemas no desenvolvimento da sua linguagem. Em alguns pacientes o autismo pode se maniestar através de comportamentos restritos e com padrões rígidos, enquanto outros parecem distantes e fechados em sí mesmos.

No entanto muitos ainda conseguem manter uma vida social, dentro de suas restrições. As diversas variações da sintomologia do autismo são designadas como espectro autista, em virtude da imensa gama de possibilidades e associações de sintomas e manifestações. Alguns mitos que definem autistas como crianças que vivem exlusivamente em seu mundo, não brincam e não interagem com outras crianças não são verdadeiros, pois essas caracteristicas podem se manifestar em niveis diferentes.


Características de Autismo
- não estabelece contato com olhos
- parece surdo,mas não é (ás vezes não responde quando é chamado)
- pode começar a desenvolver a linguagem mas repentinamente isso é completamente interrompido sem retorno
- age como se não tomasse conhecimento do que acontece com os outros
- apresenta certos gestos imotivados como balançar as mãos ou balançar-se(estereotipias)
- cheira ou lambe os brinquedos
- hipersensibilidade dos alimentos (não aceita alimentos texturas diferentes)
- hipersensibilidade tátil,oral e/ou auditiva
- dificuldade expressões de sentimentos de alegria e tristeza
- alterações comportamentais com a mudança de rotina (ambientes diferentes, férias escolares e outros)
- movimentos repetitivos. Existem freqüentemente ligações a objetos estranhos, como, por exemplo, a uma tira de borracha. Estão presentes estereotipias motoras como bater palmas,movimentos peculiares das mãos, dedos e cabeça ou balanceamento de todo o corpo.
- crises de choro e grito sem motivo aparente.(alterações comportamentais)
-mania ou fixações por certos objetos(carros, trens, caminhão, dinossauros)
- fala repetitiva ou  Ecolalia
- fixações por objetos que giram( como rodas e ventilador)
- Alterações de humor, por exemplo: risadas ou choro sem motivo aparente, ausência de reações emocionais, ansiedade e tensão generalizadas.



CRITÉRIOS PARA DIAGNÓSTICO DO AUTISMO (DSM-IV)

Um total de seis (ou mais) itens de (1), (2) e (3), com pelo menos dois de (1) e um de cada de (2) e (3).

1) Comprometimento qualitativo na interação social, amplo e persistente, manifestado por pelo menos dois dos seguintes itens:
· destacada diminuição no uso de comportamentos não-verbais múltiplos,tais como contato ocular, expressão facial, postura corporal e gestos para lidar com a interação social.
· falha no desenvolvimento de relações interpessoais apropriadas à idade.
· ausência da busca espontânea em compartilhar divertimentos,interesses ou realizações com outras pessoas.
· falta de reciprocidade social ou emocional.

2) Prejuízo qualitativo na comunicação, marcante e persistente,manifestado por pelo menos um dos seguintes itens:
· atraso ou ausência total do desenvolvimento da linguagem oral, sem ocorrência de tentativas de compensação através de modos alternativos de comunicação, tais como gestos ou mímicas.
· em indivíduos com fala normal, destacada diminuição da habilidade de iniciar ou manter diálogo.
· linguagem estereotipada, repetitiva ou idiossincrática.
· ausência de jogos ou brincadeiras de imitação social variados e espontâneos de acordo com a idade.

3) Padrões restritos, repetitivos e estereotipados de comportamentos, interesses e atividades, manifestados por pelo menos um dos seguintes itens:
· obsessão por um ou mais padrões estereotipados e restritos de interesse que seja anormal tanto em intensidade quanto em foco.
· adesão aparentemente inflexível a rotinas ou rituais específicos e não funcionais.
· maneirismos motores estereotipados e repetitivos.
· preocupação persistente com partes dos objetos.

Atraso ou funcionamento anormal em pelo menos uma das seguintes áreas,com início antes dos três anos de idade:
· interação social.
· linguagem usada na comunicação social.
· Ação simbólica ou imaginativa.


sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

AUTONOMIA


Dar autonomia ao filho também faz parte da educação.

Pais protegem os filhos por instinto.

Quando têm em casa uma criança especial, o risco de exagerar na dose é ainda maior. Por desconhecimento da deficiência ou por medo de rejeição, acabam impedindo o filho de realizar diversas atividades que ele seria perfeitamente capaz de executar sozinho.

Com a melhor das intenções – deixar a criança em segurança –, os pais acabam caindo em uma armadilha. O cuidado exacerbado atrasa e outras vezes até talha a possibilidade do desenvolvimento físico e emocional da criança. Ela pode até criar uma independência desnecessária, porque não vive a vida real.

Ter deficiência não significa ser incapaz. Cada um tem suas potencialidades. Cabe aos responsáveis reconhecê-las e trabalhá-las.

O melhor caminho para evitar a superproteção que isola a criança especial é a informação: saber das necessidades da criança e ajudar a superá-las, acreditando na sua capacidade.

Ser autônomo significa saber cuidar de si.Ou seja,capaz de se virar sozinho com suas potencialidades.

O importante é ter este objetivo desde que a criança é pequena, e ir preparando-a, dando-lhe os instrumentos para que se torne independente. E o primeiro passo é acreditar que a autonomia é possível e necessária, principalmente para a auto-estima de seu filho.


Não se esqueça! Educar é também dar condição de AUTONOMIA.

Fonte:revista crescer 

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Ler é um barato!

Basta um momento por dia para estimular em seu filho a paixão pelos livros. Essa é uma das maiores heranças que você pode deixar a ele. Confira algumas dicas para estimular a leitura das crianças:
  • Reserve meia hora, todos os dias, para ler com seu filho. Antes mesmo de a criança estar alfabetizada, use livros ilustrados, sem textos ou com poucas palavras. Depois, recorra a volumes com histórias mais elaboradas. Gibis e jornais também são essenciais para desenvolver o gosto pela leitura.
  • Sempre leia em voz alta. Isso faz com que a criança perceba a relação entre a palavra escrita e a falada. Abuse do recurso da entonação para deixar a narrativa mais atraente.
  • Leve seu filho a livrarias e bibliotecas públicas. Ele vai se sentir importante quando ganhar uma carteirinha de leitor ou puder escolher os próprios volumes para levar para casa.
  • Ensine a importância de cuidar e conservar os livros, mas não exija que eles fiquem sempre impecáveis, pois isso é sinal de que não foram lidos mostre que um mesmo exemplar pode servir para várias pessoas e incentive a troca de publicações entre as crianças.
  • Facilite o acesso a vários tipos de histórias. Enredos com heróis e vilões diferentes representam também ansiedades, desejos, medos e fantasias comuns ao ser humano. Ao viver essas situações de forma simbólica, a criança se prepara para a vida adulta com mais segurança.

Atividades para os níveis silábicos

Professor, você poderá usar várias atividades com seus alunos, sempre de acordo com os níveis, aproveite as dicas. Ok!

Atividades para pré-silábicos

  • Caixa surpresa;
  • Bingos (figuras, letras, nomes, números, etc.);
  • Boliche;
  • Batata-quente;
  • Corre cutia;
  • Sorteio de letras;
  • Alfabeto concreto e ilustrado;
  • Jogo da memória (letras, figuras e letras);
  • Jogos das argolas;
  • Jogo da pescaria;
  • Dados (letras, figuras);
  • Quebra-cabeça de figuras e iniciais;
  • Quadro classificatório de objetos;
  • Atividades com rótulos;
  • Confecção “Meu dicionário” (colagem de figuras).

Atividades para silábicos

  • Alfabeto móvel (individual e coletivo);
  • Batata-quente (reconstrução);
  • Boca e lápis;
  • Jogo da memória (figura / palavra);
  • Pesquisa de palavras em jornais e revistas;
  • Caça-palavras;
  • Cruzadão;
  • Confecção “Meu Dicionário” (reconstrução);
  • Caixa-surpresa (reconstrução);
  • Listagem de palavras;
  • “Meu barquinho vai navegar”.

Atividades para silábico-alfabéticos e alfabéticos

  • Palavra secreta;
  • Jogo das caixinhas ou envelope;
  • Listagens individuais;
  • Detetive ou salada de letras;
  • Cruzadinhas;
  • Frases coletivas ou individuais;
  • Frases enigmáticas;
  • Forca;
  • Stop;
  • Atividades envolvendo os diversos portadores de texto;
  • Textos coletivos.

Fonte: Blog da Professora Renata Batistton

QUANDO A CRIANÇA SE ENCONTRA NA HIPÓTESE PRÉ-SILÁBICA DE ESCRITA PODEMOS TRABALHAR AS SEGUINTES ATIVIDADES:

- Desenhar e escrever o que desenhou;
- Usar o nome em situações significativas: marcar atividades, objetos,
utilizá-Io em jogos, bilhetes, etc;
- Ouvir leitura feita diária pela professora e poder recontá-Ia;
- Ter contato com diferentes portadores de textos;
- Freqüentar a biblioteca, banca de jornais, elc;
- Reconhecer e ler o próprio nome em situações significativas: chamadas, jogos, etc;
- Conversar sobre a função da escrita;
- Utilizar letras móveis para pesquisar nomes, reproduzir o próprio nome ou dos amigos;
- Bingo de letras;
- Produção oral de histórias;
- Escrita espontânea;
- Textos coletivos tendo o professor como escriba;
- Aumentar o repertório de letras;
- Leitura dos nomes das crianças da classe, quando isto for significativo.
- Comparar e relacionar palavras;
- Produzir textos de forma não convencional;
- Identificar personagens conhecidos a partir de seus nomes, ou escrever seus nomes de acordo com sua possibilidade;
- Recitar textos memorizados: parlendas, poemas, músicas, etc;
- Atividades em que seja preciso reconhecer a letra inicial e a letra final;
- Atividades que apontem para a variação da quantidade de letras;
- Completar palavras usando a letra inicial e final;
- Escrita de listas em que isto tenha significado: listar o que usamos na hora do lanche, o que tem numa festa de aniversário, etc.


Fonte: Blog da Renata Batistton

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

4 dicas para o dia a dia da crinça autista

1. Trabalhe para a independência de seu filho. 

Incentive seu filho a se vestir sozinho. Uma técnica muito utilizada é começar deixando apenas o último passo para ele. Se estiver ensinando a vestir uma camiseta, coloque tudo e deixe apenas que ele puxe para passar a cabeça; se for uma calça, coloque as pernas e deixe que ele a puxe até a cintura. Assim ele entenderá que a ação era vestir a peça. Vá retrocedendo em pequenos passos até que ele execute a ação de forma inteiramente independente.

Incentive-o também, da mesma forma, a se servir, comer, beber e assim por diante.
Ao fazer isto, fique calma e elogie tranquilamente cada pequeno avanço. Não fale mais que o necessário e evite irritar-se com pequenos retrocessos. Pense que neste momento você é mais que um pai e uma mãe. Você é um pai ou uma mãe que está cumprindo um papel muito importante para seu filho.

2. Estabeleça rotinas que facilitem a organização de seu filho.

A criança autista tem uma tendência muito grande a se fixar em rotinas. Você pode utilizar isso a favor da tranquilidade da mesma. Por exemplo, para organizar uma boa noite de sono, em horários pré-fixados, dê o jantar, o banho, vista o pijama, coloque-a na cama e abaixe a luz. A ordem pode ser esta ou alguma outra um pouco diferente, de acordo com sua preferência.
Nada melhor para enfrentar um dia duro de trabalho que uma boa noite de sono. E uma rotina para encerrar o dia funciona bem para a maioria das pessoas.
Mas tente fazer isto de uma forma natural para encerrar o dia de seu ilho, e não um ponto de atrito entre membros da família.

3. Ensine seu filho a quebrar rotinas.

Faça pequenas mudanças na vida diária, no começo de preferência uma de cada vez. Mude o lugar de seu filho à mesa, tente variar a comida, colocar a TV em um canal que não seja o preferido dele, mude o caminho de ir à escola. As rotinas não são imutáveis, e é melhor que seu filho aprenda isto desde cedo.
Você pode achar paradoxal, mas ao mesmo tempo em que a rotina é importante, é importante também aprender a aceitar mudanças.

4. Frequente locais públicos com seu filho.

Se seu filho é pequeno, dê preferência a parques públicos onde ele possa brincar em atividades necessárias para qualquer criança - principalmente para ele - como escorregar, balançar-se, pendurar-se, etc.
Se ele for maior, faça caminhadas em parques, será muito bom tanto para você quanto para ele. É importante frequentar locais públicos com seu filho, mesmo porque algumas vezes isto é inevitável. Se você tiver oportunidade de organizar-se neste sentido, depois de algum tempo vai perceber que realmente valeu a pena.


Fonte: Autismo - Guia Prático (Ana Maria S. Ros de Mello)

Imitar é Aprender -Livro Autismo -não espere,aja logo!

Já li o livro Autismo - não espere, aja logo! do Paiva Junior Depoimento de um Pai sobre os Sinais de Autismo e gostaria de compartilhar um trecho do capitulo 10

Imitar é aprender.

"O autismo não imita.
Quando soube dessa característica, percebi o quanto seu cérebro trabalha diferente e o motivo de não aprender o que comumente qualquer bebê com desenvolvimento típico aprende.
 Imitar faz aprender; Pelo menos é primeiro estágio do aprendizado. 
Ao sermos alfabetizados, primeiro copiamos.
Depois, aprendemos para fazermos sozinhos.quando estamos aprendendo algo novo, uma nova área do conhecimento, muitas vezes imitamos primeiro,copiamos alguém que já o faz com habilidade. 
O fato não imitar é sério
Compromete.
Principalmente nessa primeira fase de aprendizado do bebê. 
A sensação de perceber que seu filho não imita, portanto, tem imensa dificuldade em aprender algo naturalmente, é horrível. 
A primeira preocupação que passou pela mente, antes de conhecer qualquer tipo de terapia foi indagação:
" Como ensinar um bebê a imitar algo que é tão natural e inato do ser humano?" -me perguntava sem reposta."

A importância de estimular o seu filho



O QUE alguém aprende ou deixa de aprender na infância pode afetar suas habilidades no futuro?

A função das sinapses

Avanços na tecnologia do mapeamento cerebral permitem aos cientistas, como nunca, estudar o desenvolvimento do cérebro em mais detalhes. Tais estudos indicam que os primeiros anos de uma criança são essenciais para o desenvolvimento das funções cerebrais necessárias para lidar com informações, expressar emoções de forma adequada e tornar-se eficiente na linguagem.As conexões neurais são formadas muito rapidamente nos primeiros anos de vida.

O cérebro aumenta sensivelmente em tamanho, estrutura e função durante os primeiros anos de vida. Num ambiente rico em estímulos e incentivos ao aprendizado, as sinapses se multiplicam, criando uma ampla rede de conexões neurais, que dão origem ao pensamento, ao aprendizado e ao raciocínio.

O que pode acontecer é que, quanto mais estímulo o cérebro infantil recebe, mais células nervosas são ativadas e mais conexões são criadas entre elas. O interessante é que esse estímulo não é simplesmente de origem intelectual, adquirido quando se está presenciando acontecimentos, quando se obtêm informações ou quando se exercita a linguagem. Os cientistas constataram que o estímulo emocional também é necessário. Pesquisas indicam que se criam menos conexões neurais em bebês que não são abraçados, acalentados, emocionalmente estimulados ou com os quais não se fazem brincadeiras.

Bebês sem o estímulo adequado talvez não se desenvolvam tanto quanto outro.

A importância de contar histórias


Ao entrar no universo infantil, o adulto fascina a criança. Elas adoram ouvir histórias. Ficam na expectativa de saber se a princesa de cabelos dourados vai fugir da torre. Torcem pelos irmãos que enfrentam a bruxa malvada.
Envolvem-se e encantam-se. Os pais deveriam ler sempre para os filhos.É um momento especial.A criança depara com os adultos falando com voz diferente, um brilho alterado no olhar, movimentos ou expressões faciais incomuns. A mudança no comportamento dos pais fascina os pequenos.
O resultado desse momento tão particular não poderia ser diferente: a hora do conto se eterniza na memória.
os pais devem valorizar essa rotina, pois contar histórias é uma forma de aprendizado.

-Entonação -Nada é mais entediante para uma criança do que uma leitura monótona. A voz dramatiza a história.Mas cuidado para não exagerar.

-Ler ou contar -Tanto faz.Improvisar exige mais criatividade.Mas a leitura é também uma ótima ferramenta. Cria no filho a idéia de que as histórias moram nos livros.

-Cenário -Não é preciso muita elaboração para criar cenas. Um simples lápis que se transforma em vara de condão ou um lenço que vira uma capa mágica são capazes de encantar a criança.

-Estabeleça um momento do dia para a história, como antes de dormir. Mas não há regras,pode também contar as histórias durante as viagens de carro e também aproveita as refeições para prender a atenção das crianças.

-Não obrigue a criança a ouvir histórias quando ela não quer.

-Tente não mudar o enredo das histórias. Crianças pequenas pedem que se repita várias vezes a mesma história. Esperam determinadas partes só para confirmar que as ouviram antes. É assim que também vão compreendendo melhor o conto.

Dicas de livros para cada idade
Entre um ano e meio e três anos: Nas crianças menores,entre os brinquedos livros de papelão, plástico ou pano, contendo gravuras que permitirão a criança explorar o ambiente pelo tato e nomear os objetos.

Até os 3 anos-O enredo deve ser curto, contendo humor e mistério, com repetição dos elementos para a manutenção de sua atenção.As crianças assimila melhor enredos com crianças, bichinhos, brinquedos ou animais com características humanas, ou seja, que falam e têm sentimentos.

Dos 3 aos 6 anos-as histórias devem abusar da fantasia com reviravoltas no enredo e também de crianças ou animais como personagens. Os contos de fada são imbatíveis.

Aos 7 anos, leia aventuras em ambientes conhecidos, como a escola, o bairro, a família. As fábulas continuam em alta.Revistas em quadrinhos.

Aos 8 anos- as fantasias mais elaboradas (Mágico de Oz, Alice no País das Maravilhas, Harry Potter) são ideais.

A partir dos 9 anos- histórias de explorações, viagens, as invenções, os enredos humorísticos prendem a atenção, assim como os contos de mitos e lendas. 
 
Fonte:

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

A melhor maneira de ensinar caligrafia

A melhor maneira de ensinar caligrafia é a utilização de uma abordagem cinestésica e multisensorial, o que significa realmente sentir o movimento, uma vez que está sendo realizado.
  
O importante  é visualizar e verbalizar um padrão de movimento como a ação
Um exemplo de como realizar a instrução cinestésica para letra ou número.
escrever a letra  em um quadro-negro ou quadro branco. Designar o ponto de partida e verbalizar as instruções para o sentido correto da escrita da letra.
 
 Inicie com as vogais ( O, I, E , A, U) depois a inicial do nome da criança. Depois as letrinhas de curvas (C, G, J, S).

-rastrear sobre a letra no quadro-negro com os olhos abertos, depois com os olhos fechados e verbalizar o sentido (direcionalidade) da formação da letra. 
-escrever no ar com um dedo indicador ou na areia, espuma, creme, massinha, farinha, talco ou tinta (multisensorial)
-pode realizar atividades de  formação da letra com colagem com cereais, barbante ou pintura
-A criança pode então tentar escrever no papel, enquanto verbaliza o sentido da formação da letra.

 

Como ajudar seu filho a se adaptar na nova escola



As escolas se transformam em um território desconhecido para as crianças no início do ano escolar. Os alunos vão precisar se adaptar aos horários, regras, rotina, professores e novos amigos. Tanta novidade pode tornar o novo ambiente em um cenário assustador, capaz de criar manha, cenas na porta da escola e até mesmo pânico nas crianças. Porém, os pais podem desempenhar um papel importante nesta fase e tentar amenizar o medo para que os pequenos enfrentem com mais segurança a nova etapa.
Os novos professores e o lugar estranho são as queixas mais frequentes das crianças. A psicopedagoga Maria Cecilia Galelo Nascimento Zaniboni fala da importância dos pais demonstrarem ao filho a confiança que depositam na nova escola e que eles acreditam que é a melhor escolha que fizeram para ele. “Mostre que é normal ter tais sentimentos neste momento de transição e que ele conseguirá superar e ainda gostará tanto ou até mais do que sua antiga escola. Deixe claro que também depende dele querer essa adaptação e, acima de tudo, pode contar os pais para ajudá-lo neste período.”

As crianças pequenas têm menos recursos emocionais para mudanças, pois tudo que é diferente e acontece longe dos pais as deixam inseguras. É interessante nunca fazer mudanças sem preparar a criança, ir com ela visitar o local e conhecer as pessoas que trabalham ali.

Maria Cecília lembra que as crianças maiores normalmente já têm percepção e maturidade para se adaptar de uma maneira mais tranquila.

Sem acordo

Se depois de dias ou semanas a criança continuar resistindo em frequentar as aulas, a presença dos pais na escola será obrigatória. Segundo Maria Irene Maluf, pedagoga especialista em Psicopedagogia e Educação Especial, pode ser necessário solicitar uma conversa com a orientadora e pedir, sem aviso prévio, para ver o filho naquele momento.
“Às vezes, as crianças fantasiam ser mal tratadas para chamarem a atenção dos pais. Por isso é bom ir sem avisar. Se for manha da criança, dá para conversar, explicar que não é possível mudar de escola antes do meio ou do final do ano. Em geral, depois de um tempo maior, as próprias crianças não querem mais sair da escola”, explica ela.


As dificuldades mais comuns que as crianças enfrentam

- Falta de entrosamento com os novos colegas

- Adaptar-se a novas regras

- A dificuldade de entender o espaço físico da nova escola

-Não conhecer os professores e funcionários e, consequentemente, não se sentir segura e amparada

- A saudade da escola anterior, sentindo falta dos colegas, professores e funcionários, inclusive do espaço físico.


Como os pais devem lidar com os problemas de adaptação das crianças

- Ir a escola é obrigatório. E ponto final

- Se a criança tiver mais de seis anos, deixar que resolva entre duas ou três escolas escolhidas pelos pais, isso faz com que se sintam participantes. Mas escola sempre é uma decisão final que cabe aos pais, até o final do colegial

- Levar a criança até o local antes do início das aulas para que ela conheça o ambiente e, se possível, os professores. Isso diminuirá o impacto do primeiro dia de aula




-Em muitos casos são os pais que não se adaptam aos novos horários, lugares, normas e acabam transferindo isso indiretamente aos filhos. Portanto, escolhida a escola é proibido falar mal dela

- Se depois de muita conversa a criança fizer manha, deixe claro que estará esperando por ela na hora da saída e trate a situação com naturalidade.

 Fonte:IG

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Brincou, guardou!


Não deixe que a bagunça das crianças domine a casa

Além da adaptação da casa para a chegada dos bebês, depois que os filhos nascem a casa nunca mais foi tão organizada como antes, não é verdade?
Crianças precisam brincar com tranquilidade e liberdade, mas é possível sim impor limites para que as coisas não saiam do controle. Assim como em todos os pontos da educação infantil, o bom exemplo dos pais é fundamental.
Introduzir os conceitos de organização através do exemplo é realmente válido. Quando a criança cresce um pouco, por volta dos 4 anos, já é possível arrumar o armários com os filhos ao lado, por exemplo. 

Brincou, guardou.

Você não precisa se preocupar com a bagunça durante a brincadeira se ensinar seu filho a guardar tudo depois que terminar. Quando perceber os primeiros sinais de cansaço, vale interromper para que ainda haja disposição para organizar o material. Também evite frases como “você não vai deixar essa bagunça” e substitua por “arrume tudo antes de sair”.
Com os materiais escolares não é diferente. Procure a melhor forma de organizar todos os itens escolares e deixe que a criança participe. A desorganização nesse quesito pode desestimular seu filho a realizar as tarefas e até perder a vontade de ir a escola.
Não se esqueça de incentivar e até recompensar seu filho pelo bom comportamento quando dor possível e adequado.  

Clínica Infantil Reibscheid